terça-feira, 16 de junho de 2009

Shaggy - The Best Of (2008)

Adoro este disco porque... Nem sei. Mas o Shaggy é legal.
Fez parte da minha pré-adolescência. Quem aqui tem mais de 25 anos e nunca deu uma dançadinha com Boom shak a lack ou Oh Carolina? Fala a verdade! Isso tocava no rádio o tempo todo.
O Shaggy faz uma mistura de reggae, hip hop com canções que falam de garotas, mulheres e homens lidando com mulheres. Sem os mother fuckers P.I.M.P dos outros cantores de hip hop atuais. Ele não fala de armas, não fala de drogas, não tem problemas com a mãe, não tenta cortar os pulsos e nunca foi baleado. È apenas o Mister Bombastic. O Mister Lover Lover!
É um disco gostoso, pra colocar no carro quando estiver estressado ou pra colocar em casa quando estiver animadinho. Eu particularmente já utilizei o CD para arrumar a casa e fazer comida. A casa ficou limpa e a comida ficou boa.
Não espere inovações se resolver ouvir este CD. Não é um álbum conceitual e nem mudou em nada a história da música mundial. Mas quem disse que a música é só isso? Afinal se fosse assim Kelly Key morreria de fome e o Latino estaria preso por não pagar pensão a ela.
Enfim. Ouça o cd Mister Bombastic se você já conhece e se não conhece também. Porque se você não se encantar pelo menos se diverte com o ritmo.

Assista ao clipe de Boombastic!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Nirvana - Nevermind (1991)

Adoro este disco porque passei minha adolescência ouvindo Nirvana. Bastava aquele solo de baixo inicial de "Lithium" tocar no rádio para correr e aumentar o volume.
Sim. Eu usei camisas de flanela por causa de Kurt Cobain. Mas não tinha o tipo de cabelo ideal para deixar crescer (viraria um black power).
O Nirvana para alguns não significava apenas a música. Significava também atitude, pessoas que diziam com suas letras o que os adolescentes queriam dizer. "Eu sou feio, mas você também é" dizia uma das letras.
Amantes de um rock mais "clássico" diriam que a gritaria do Nirvana não fazia sentido, mas pra mim fez e ainda faz.
Nevermind é um clássico. As músicas são sensacionais. Smells like a teen spirit é um hino. Com certeza ao contrário das postagens anteriores você já ouviu pelo menos uma faixa deste disco. Se não ouviu, está na hora. Baixe o Cd, ou pegue daquele seu primo ou do algum amigo, porque a maioria das pessoas que viveu a década de 90 tem esse cd.
Obrigatório.

Veja o video de Smells like a teen spirit

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Richie Sambora - Undiscovered Soul (1998)

Adoro este disco porque sou um fã de Bon Jovi.
Quem conhece a banda já sabe quem é Richie Sambora.
Para quem não conhece eu apresento: Richie é o guitarrista do Bon Jovi, uma das bandas de maior sucesso da década de 80 com fás espalhados por todo o planeta. É aquele backing vocal característico da banda que faz o Bon Jovi ser o Bon Jovi.
Mas Richie não é apenas uma segunda voz. É também um excelente guitarrista. E também canta muito bem. Undiscovered Soul é o seu segundo CD solo e é muito melhor do que o primeiro. Entre baladas e um rock com levadas de blues torna-se um trabalho de excelente qualidade.
Destaque pessoal para faixa "Hard times come easy" que na época do lançamento tornou-se um sucesso radiofônico. Outro destaque é a participação do percusionista brasileiro Paulinho da Costa.
È um disco gostoso de se ouvir do começo ao fim. Ideal para se ouvir no trânsito ou em casa quando se está precisando relaxar. Não é um grande clássico do rock, mas um trabalho bem feito que vale a pena ser ouvido.
Um dos meus discos prediletos.

Veja o clipe de Hard Times come easy

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Fleetwood Mac - The Dance (1997)


Fleetwood Mac é um grupo britânico de rock, formado em 1967, quando o baterista e compositor Peter Green e o baixista John McVie deixaram o John Mayall's Bluesbreaker para formar seu próprio grupo. A formação completou-se com o vocalista e guitarrista Jeremy Spencer e o baterista Mick Fleetwood.
Baseado na Califórnia desde os anos 70, o 'Mac' já teve diversas formações, a mais famosa delas depois da entrada de Stevie Nicks e Lindsay Buckingham em 1974, mas sua seção rítmica, com Mick Fleetwood na bateria e John Mcvie no contrabaixo, permanece a mesma desde a sua criação, há mais de quarenta anos atrás.
Adoro este disco porque ele trás um pouco da história de sucesso desta banda. Para quem, como eu, aprecia um som de qualidade, este disco passeia pelo rock e pelo pop com extrema maestria.
Este disco é um registro ao vivo de shows realizados em 1997 na Califónia em co-produção coma a MTV americana e trás clássicos da banda como Dreams (que foi regravada pela banda irlandesa The Corrs) e Landslide (que também foi regravada pela banda de rock Smashing Pumpinks) e outros sucessos como My Little Demon e Big Love.
Mais do que um registro histórico e um disco de qualidade, este foi o primeiro disco musicalmente diferente que ouvi na vida. Antes disso, era um adepto do rock e ainda acreditava que o hard rock e grunge seriam a única forma de salvação musical da humanidade. The Dance me fez abrir os olhos para a qualidade existente em outras formas musicais e para a qualidade existente na música européia.
As 17 faixas do disco levam-nos a uma viagem de rítmos e sons que nos levam a agitação e ao relax e a alternância de vocais masculinos e femininos dão a riqueza ao som da banda.
Um disco que recomendo ouvir.

Ver video da canção Landslide